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	<title>Comments for Eduardo Kalinowski</title>
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	<description>Se você se ofende facilmente, não continue</description>
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		<title>Comment on Milagreiro, porém narcisista by Ricardo Flores</title>
		<link>http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/2008/11/milagreiro-porem-narcisista/comment-page-1/#comment-4760</link>
		<dc:creator>Ricardo Flores</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 02:41:38 +0000</pubDate>
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		<description>Aff, vc é ateu cara! procura saber o que ele fez pra nós pra depois sair cv fiado, 
PADRE LIBÉRIO É O CARA...
i vc é um IDIOTA...
tipo, faz igual o everton resende disse, assista o filme relatando a vida dele ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aff, vc é ateu cara! procura saber o que ele fez pra nós pra depois sair cv fiado,<br />
PADRE LIBÉRIO É O CARA&#8230;<br />
i vc é um IDIOTA&#8230;<br />
tipo, faz igual o everton resende disse, assista o filme relatando a vida dele &#8230;</p>
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	<item>
		<title>Comment on Pode a homeopatia ficar ainda mais ridícula? by ana maria</title>
		<link>http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/2011/08/pode-a-homeopatia-ficar-ainda-mais-ridicula/comment-page-1/#comment-4367</link>
		<dc:creator>ana maria</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:26:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/?p=478#comment-4367</guid>
		<description>Você deveria ler mais para criticar o que óbviamente vc não entende.Aliás o método K não é usado há anos e anos....Gostaria que do alto da sua vasta experiência em homeopatia, vc me explicasse os efeitos positivos que encontramos no tratamento por ex. de animais, que não têm psicológico envolvido. Bom mesmo é antibiótico que vc compra sem receita na espelunca da esquina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você deveria ler mais para criticar o que óbviamente vc não entende.Aliás o método K não é usado há anos e anos&#8230;.Gostaria que do alto da sua vasta experiência em homeopatia, vc me explicasse os efeitos positivos que encontramos no tratamento por ex. de animais, que não têm psicológico envolvido. Bom mesmo é antibiótico que vc compra sem receita na espelunca da esquina.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on A Terra segundo a bíblia by João Rodolfo</title>
		<link>http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/2008/12/a-terra-segundo-a-biblia/comment-page-1/#comment-3994</link>
		<dc:creator>João Rodolfo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 20:18:34 +0000</pubDate>
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		<description>Isso é uma tolice... É forçar para não reconhecer a soberania de Deus em revelar ao homem o que a ciência iria reconhecer milênios depois... As Escrituras Sagradas revelam que há luz no espaço sem necessidade de astros, que há água acima da nossa atmosfera, que há propriedades do barro no corpo animal, que é possível fazer um ser humano a partir do pedaço de outro, que a Terra plaina sobre o vazio, que a atmosfera guarda a Terra como uma frauda, que o ser humano naturalmente não é capaz de contar as estrelas do Universo, que as criaturas viviam na face da terra por muito mais tempo, tanto que os répteis cresciam de maneira tremenda, o ciclo da água, o caminho dos ventos pela atmosfera, os caminhos no mar...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é uma tolice&#8230; É forçar para não reconhecer a soberania de Deus em revelar ao homem o que a ciência iria reconhecer milênios depois&#8230; As Escrituras Sagradas revelam que há luz no espaço sem necessidade de astros, que há água acima da nossa atmosfera, que há propriedades do barro no corpo animal, que é possível fazer um ser humano a partir do pedaço de outro, que a Terra plaina sobre o vazio, que a atmosfera guarda a Terra como uma frauda, que o ser humano naturalmente não é capaz de contar as estrelas do Universo, que as criaturas viviam na face da terra por muito mais tempo, tanto que os répteis cresciam de maneira tremenda, o ciclo da água, o caminho dos ventos pela atmosfera, os caminhos no mar&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Questão aos religiosos (sobre aborto) by Eduardo Kalinowski</title>
		<link>http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/2010/10/questao-aos-religiosos-sobre-aborto/comment-page-1/#comment-2104</link>
		<dc:creator>Eduardo Kalinowski</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2011 12:09:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/?p=436#comment-2104</guid>
		<description>Um embrião não é ainda uma vida, e com certeza no início da gestação não sofre pois não tem um sistema nervoso. Mais além isso pode mudar. Por isso acho bastante razoável esse limite de até 10-12 semanas. E se eu disse que acho deve ser permitido até essa época, não é difícil de inferir que depois já não deve mais ser permitido. Exceto em situações especiais.

Sem dúvida a gestante sofre ao fazer o aborto. Se bem feito (o que não é possível para quem não tem dinheiro se é proibido), o sofrimento físico é mínimo, mas é uma carga emocional grande. Ninguém faz aborto porque quer ou faz como se fosse uma coisa banal. Mas pode ser que algumas analisem e cheguem à conclusão que o sofrimento de fazer o aborto é menor do que o sofrimento de continuar uma gestação indesejada, ainda que para doar o bebê para adoção. E essa decisão deve ser da mulher, não de outras pessoas. Principalmente pessoas como nós que nunca vamos saber exatamente como é uma gravidez ou um aborto.

O problema do aborto, ao contrário dos outros crimes que você menciona, é que a consequência de ser crime é maior do que o próprio &quot;crime&quot;. Sendo proibido, as pessoas acabam recorrendo a açougueiros, métodos caseiros, remédios sem prescrição, e por causa disso, além de fazer o aborto, a vida da própria gestante é ameaçada.

Aborto legalizado: um embrião se perde. Aborto criminalizado: um embrião e a gestante se perdem. Ou às vezes sobrevive, mas com sequelas. Ou se recupera completamente, mas levando muito mais tempo e sofrendo muito mais do que o necessário.

Sim, me parece que vale a pena.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um embrião não é ainda uma vida, e com certeza no início da gestação não sofre pois não tem um sistema nervoso. Mais além isso pode mudar. Por isso acho bastante razoável esse limite de até 10-12 semanas. E se eu disse que acho deve ser permitido até essa época, não é difícil de inferir que depois já não deve mais ser permitido. Exceto em situações especiais.</p>
<p>Sem dúvida a gestante sofre ao fazer o aborto. Se bem feito (o que não é possível para quem não tem dinheiro se é proibido), o sofrimento físico é mínimo, mas é uma carga emocional grande. Ninguém faz aborto porque quer ou faz como se fosse uma coisa banal. Mas pode ser que algumas analisem e cheguem à conclusão que o sofrimento de fazer o aborto é menor do que o sofrimento de continuar uma gestação indesejada, ainda que para doar o bebê para adoção. E essa decisão deve ser da mulher, não de outras pessoas. Principalmente pessoas como nós que nunca vamos saber exatamente como é uma gravidez ou um aborto.</p>
<p>O problema do aborto, ao contrário dos outros crimes que você menciona, é que a consequência de ser crime é maior do que o próprio &#8220;crime&#8221;. Sendo proibido, as pessoas acabam recorrendo a açougueiros, métodos caseiros, remédios sem prescrição, e por causa disso, além de fazer o aborto, a vida da própria gestante é ameaçada.</p>
<p>Aborto legalizado: um embrião se perde. Aborto criminalizado: um embrião e a gestante se perdem. Ou às vezes sobrevive, mas com sequelas. Ou se recupera completamente, mas levando muito mais tempo e sofrendo muito mais do que o necessário.</p>
<p>Sim, me parece que vale a pena.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Questão aos religiosos (sobre aborto) by Adjamir Galvão</title>
		<link>http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/2010/10/questao-aos-religiosos-sobre-aborto/comment-page-1/#comment-2096</link>
		<dc:creator>Adjamir Galvão</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2011 01:03:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/?p=436#comment-2096</guid>
		<description>&quot;O corpo é dela, quem vai sofrer é ela, quem somos nós para impor isso?&quot;
 - Errado, quem sofre e ela e essa nova vida.

O que proponho?
 Como é hoje, criminalização e aceito em apenas alguns casos específicos, conforme a lei atual.

Ai você responde com a frase inicial: Isso não resolve porque continuarão fazendo. 
Volto ao mesmo ponto: se criar uma lei para proibir algo errado não evita que continue a ser feito então porque não liberar as drogas, pedofilia e tantos outros crimes?

A propósito, você também não respondeu a minha pergunta (ou aqui só é você quem pergunta?): E se depois das 10-12 semanas a mulher querer abordar é crime? E para onde vai todo o discurso sobre bem estar e etc.

Para finalizar, acredito que num mundo onde há tanto desenvolvimento tecnológico e tantos meios contraceptivos é cínico, para dizer o mínimo, alguém dizer que engravidou &quot;sem querer&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O corpo é dela, quem vai sofrer é ela, quem somos nós para impor isso?&#8221;<br />
 &#8211; Errado, quem sofre e ela e essa nova vida.</p>
<p>O que proponho?<br />
 Como é hoje, criminalização e aceito em apenas alguns casos específicos, conforme a lei atual.</p>
<p>Ai você responde com a frase inicial: Isso não resolve porque continuarão fazendo.<br />
Volto ao mesmo ponto: se criar uma lei para proibir algo errado não evita que continue a ser feito então porque não liberar as drogas, pedofilia e tantos outros crimes?</p>
<p>A propósito, você também não respondeu a minha pergunta (ou aqui só é você quem pergunta?): E se depois das 10-12 semanas a mulher querer abordar é crime? E para onde vai todo o discurso sobre bem estar e etc.</p>
<p>Para finalizar, acredito que num mundo onde há tanto desenvolvimento tecnológico e tantos meios contraceptivos é cínico, para dizer o mínimo, alguém dizer que engravidou &#8220;sem querer&#8221;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Questão aos religiosos by Adjamir Galvão</title>
		<link>http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/2011/01/questao-aos-religiosos/comment-page-1/#comment-2095</link>
		<dc:creator>Adjamir Galvão</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2011 00:55:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/?p=453#comment-2095</guid>
		<description>Bom, vejo que essencialmente chega ao mesmo ponto que eu: não há resposta sem dor.

Com relação as premissas que utiliza para dizer que a pílula vermelha é a resposta para os cristãos vamos discutir:

  &quot;O fato de ser uma vida mais “pefeita”, sem problemas ou aflições da vida material&quot;

  Sim. Ela é, mas em nenhum momento é ensinado que a vida aqui deve ser esquecida. Nosso corpo é templo de cristo. Amar ao próximo, buscar o bem e usufruir de toda a Sua criação também são importante. 
 Quem nunca foi a uma lugar paradisíaco e não falou &quot;Uau!&quot;? 

  &quot;Alguns lugares afirmam até sem dor.&quot;
  Sim. é sem dor, mas nem por isso significa que não devemos viver a vida da terra, pois ela tem seu propósito.
   Nesse encadeamento lógico, para que viver? 
 
  &quot;Também parece bastante comum a visão de que um importante objetivo da vida material é justamente atingir essa vida após a morte.&quot;

   Isso é texto próprio de falácia. Dá uma pesquisada que verá este exemplo.
   O fato de algumas pessoas pensarem assim não significa que esse é o entendimento da religião e não é.
   Quem é Cristão por que o principal objeto é a vida eterna é cristão pelos motivos errados.
   Você ama seu pai porque é seu pai ou o ama porque tem medo dele?
   
  São duas vidas com alguns objetivos comuns e algumas experiências únicas. Experiências que nos levam a um patamar mais alto.

 Quer um exemplo? Quem nunca passou por uma situação ruim e posteriormente viu que isso serviu para ser uma pessoa melhor?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, vejo que essencialmente chega ao mesmo ponto que eu: não há resposta sem dor.</p>
<p>Com relação as premissas que utiliza para dizer que a pílula vermelha é a resposta para os cristãos vamos discutir:</p>
<p>  &#8220;O fato de ser uma vida mais “pefeita”, sem problemas ou aflições da vida material&#8221;</p>
<p>  Sim. Ela é, mas em nenhum momento é ensinado que a vida aqui deve ser esquecida. Nosso corpo é templo de cristo. Amar ao próximo, buscar o bem e usufruir de toda a Sua criação também são importante.<br />
 Quem nunca foi a uma lugar paradisíaco e não falou &#8220;Uau!&#8221;? </p>
<p>  &#8220;Alguns lugares afirmam até sem dor.&#8221;<br />
  Sim. é sem dor, mas nem por isso significa que não devemos viver a vida da terra, pois ela tem seu propósito.<br />
   Nesse encadeamento lógico, para que viver? </p>
<p>  &#8220;Também parece bastante comum a visão de que um importante objetivo da vida material é justamente atingir essa vida após a morte.&#8221;</p>
<p>   Isso é texto próprio de falácia. Dá uma pesquisada que verá este exemplo.<br />
   O fato de algumas pessoas pensarem assim não significa que esse é o entendimento da religião e não é.<br />
   Quem é Cristão por que o principal objeto é a vida eterna é cristão pelos motivos errados.<br />
   Você ama seu pai porque é seu pai ou o ama porque tem medo dele?</p>
<p>  São duas vidas com alguns objetivos comuns e algumas experiências únicas. Experiências que nos levam a um patamar mais alto.</p>
<p> Quer um exemplo? Quem nunca passou por uma situação ruim e posteriormente viu que isso serviu para ser uma pessoa melhor?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Questão aos religiosos (sobre aborto) by Eduardo Kalinowski</title>
		<link>http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/2010/10/questao-aos-religiosos-sobre-aborto/comment-page-1/#comment-2094</link>
		<dc:creator>Eduardo Kalinowski</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2011 00:50:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/?p=436#comment-2094</guid>
		<description>É difícil definir quando a vida começa. Idealmente eu diria que a partir do início da consciência, mas na prática isso não adianta muito, pois como definir quando começa a consciência?

Na falta de algo melhor, permitir o aborto até 10-12 semanas de vida (o critério adotado em outros países que já o legalizaram) me parece razoável. Tem a ver com a formação e desenvolvimento do sistema nervoso, mas não sei exatamente qual o critério.

Faz sentido, a meu ver. Se definimos que uma vida acaba com a morte cerebral (mesmo que o coração ainda bata com aparelhos) e podemos retirar órgãos para transplantes, é razoável definir associar o início da vida com atividade cerebral também.

Quando eu falei em bem estar, eu falei da questão da gestação mesmo. Imagine carregar por nove meses uma gestação indesejada. E eu não acho que caiba a qualquer outra pessoa forçar uma mulher a continuar a gestação contra a vontade dela. O corpo é dela, quem vai sofrer é ela, quem somos nós para impor isso?

Por isso que dizer &quot;dê para adoção depois de nascer&quot; não é a mesma coisa. Nem sua ideia (que beira o ridículo) de matar depois que nasceu.

Quanto aos bebês no lixo, aqui você está completamente enganado. Isso acontece justamente pois elas não podem conseguir um aborto (ou melhor, pois não podem pagar um aborto, já que a proibição só afeta que não tem dinheiro). Se pudessem abortar legalmente, de forma segura, não teriam a necessidade de fazer tal ato.

E na minha opinião, é melhor sim abortar do que ter o bebê e &quot;jogar fora&quot;. Tudo bem que se o bebê sobreviver vai acabar adotado por família que o deseja e vai tratar bem dele, mas... Não consigo ver isso como uma solução melhor que adotar.

A propósito, reparei que você está fugindo ao tema. Que a solução atual (criminalizar) não funciona para evitar abortos é fato. Então o que você propõe?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É difícil definir quando a vida começa. Idealmente eu diria que a partir do início da consciência, mas na prática isso não adianta muito, pois como definir quando começa a consciência?</p>
<p>Na falta de algo melhor, permitir o aborto até 10-12 semanas de vida (o critério adotado em outros países que já o legalizaram) me parece razoável. Tem a ver com a formação e desenvolvimento do sistema nervoso, mas não sei exatamente qual o critério.</p>
<p>Faz sentido, a meu ver. Se definimos que uma vida acaba com a morte cerebral (mesmo que o coração ainda bata com aparelhos) e podemos retirar órgãos para transplantes, é razoável definir associar o início da vida com atividade cerebral também.</p>
<p>Quando eu falei em bem estar, eu falei da questão da gestação mesmo. Imagine carregar por nove meses uma gestação indesejada. E eu não acho que caiba a qualquer outra pessoa forçar uma mulher a continuar a gestação contra a vontade dela. O corpo é dela, quem vai sofrer é ela, quem somos nós para impor isso?</p>
<p>Por isso que dizer &#8220;dê para adoção depois de nascer&#8221; não é a mesma coisa. Nem sua ideia (que beira o ridículo) de matar depois que nasceu.</p>
<p>Quanto aos bebês no lixo, aqui você está completamente enganado. Isso acontece justamente pois elas não podem conseguir um aborto (ou melhor, pois não podem pagar um aborto, já que a proibição só afeta que não tem dinheiro). Se pudessem abortar legalmente, de forma segura, não teriam a necessidade de fazer tal ato.</p>
<p>E na minha opinião, é melhor sim abortar do que ter o bebê e &#8220;jogar fora&#8221;. Tudo bem que se o bebê sobreviver vai acabar adotado por família que o deseja e vai tratar bem dele, mas&#8230; Não consigo ver isso como uma solução melhor que adotar.</p>
<p>A propósito, reparei que você está fugindo ao tema. Que a solução atual (criminalizar) não funciona para evitar abortos é fato. Então o que você propõe?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Questão aos religiosos by Eduardo Kalinowski</title>
		<link>http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/2011/01/questao-aos-religiosos/comment-page-1/#comment-2093</link>
		<dc:creator>Eduardo Kalinowski</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2011 00:32:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/?p=453#comment-2093</guid>
		<description>Eu não disse que não há resposta. Eu simplesmente não respondi nada (como você), o que é diferente. Mas vou voltar nisso.

Eu entendo que há diferentes visões sobre paraíso e vida após a morte nas diversas variedades do cristianismo, mas de uma maneira geral, podemos ver elementos comuns como o fato de ser uma vida mais &quot;pefeita&quot;, sem problemas ou aflições da vida material. Alguns lugares afirmam até sem dor. Outro ponto importante é que no paraíso as almas (na falta de uma palavra mais precisam) vivem junto co Cristo. Também parece bastante comum a visão de que um importante objetivo da vida material é justamente atingir essa vida após a morte.

Então para quem realmente acredita nisso, me parece que a pílula vermelha é uma opção a considerar sim. E, extrapolando, alguém que diz acreditar no conceito de paraíso mas hesita em escolher a pílula vermelha talvez tenha, no fundo, no fundo, dúvidas sobre essa crença.

Sobre a sua questão de quem eu quero que morra: é uma questão difícil? É. Mas não creio que traga o tipo de reflexão que a &quot;minha&quot; (que não é realmente minha) traz. As consequências são as mesmas: vou ficar sem alguém que amo, vou ficar sempre me perguntando se fiz a escolha certa, etc, etc, mas qualquer que seja a escolha, o resultado é esse. For all that matters, eu usaria uma moeda (ou outra fonte de (pseudo-)aleatoriedade disponível).

Pelo menos eu vejo que na questão do post as consequências de cada ação são bem diferentes.

Enfim, tenho certeza de que você poderia inventar uma situação muito pior que essa em que há diferentes consequências, e que eu vou achar difícil responder. Mas não é esse o ponto. Não estamos numa &quot;disputa&quot; para quem cria o pior dilema existencial. O foco aqui é aquela situação que está no post, que, no fundo, é um tipo de &quot;teste de fé&quot;. (É, eu gosto dessas coisas.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não disse que não há resposta. Eu simplesmente não respondi nada (como você), o que é diferente. Mas vou voltar nisso.</p>
<p>Eu entendo que há diferentes visões sobre paraíso e vida após a morte nas diversas variedades do cristianismo, mas de uma maneira geral, podemos ver elementos comuns como o fato de ser uma vida mais &#8220;pefeita&#8221;, sem problemas ou aflições da vida material. Alguns lugares afirmam até sem dor. Outro ponto importante é que no paraíso as almas (na falta de uma palavra mais precisam) vivem junto co Cristo. Também parece bastante comum a visão de que um importante objetivo da vida material é justamente atingir essa vida após a morte.</p>
<p>Então para quem realmente acredita nisso, me parece que a pílula vermelha é uma opção a considerar sim. E, extrapolando, alguém que diz acreditar no conceito de paraíso mas hesita em escolher a pílula vermelha talvez tenha, no fundo, no fundo, dúvidas sobre essa crença.</p>
<p>Sobre a sua questão de quem eu quero que morra: é uma questão difícil? É. Mas não creio que traga o tipo de reflexão que a &#8220;minha&#8221; (que não é realmente minha) traz. As consequências são as mesmas: vou ficar sem alguém que amo, vou ficar sempre me perguntando se fiz a escolha certa, etc, etc, mas qualquer que seja a escolha, o resultado é esse. For all that matters, eu usaria uma moeda (ou outra fonte de (pseudo-)aleatoriedade disponível).</p>
<p>Pelo menos eu vejo que na questão do post as consequências de cada ação são bem diferentes.</p>
<p>Enfim, tenho certeza de que você poderia inventar uma situação muito pior que essa em que há diferentes consequências, e que eu vou achar difícil responder. Mas não é esse o ponto. Não estamos numa &#8220;disputa&#8221; para quem cria o pior dilema existencial. O foco aqui é aquela situação que está no post, que, no fundo, é um tipo de &#8220;teste de fé&#8221;. (É, eu gosto dessas coisas.)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Questão aos religiosos (sobre aborto) by Adjamir Galvão</title>
		<link>http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/2010/10/questao-aos-religiosos-sobre-aborto/comment-page-1/#comment-2091</link>
		<dc:creator>Adjamir Galvão</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2011 23:13:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/?p=436#comment-2091</guid>
		<description>O que é uma vida para você? Em que exato momento um embrião passa a ser vida? Com até quantos dias de gestação se pode abortar sem matar a vida?

Estudando, verá que em pouco tempo já se órgãos, cérebro, etc. 

Voltando a sua lógica, mesmo passando a ser vida, continuará havendo mulheres querendo abortar pelos mais diversos motivos e poderão alegar a mesma coisa: consequências psicológicas e físicas. E ai, pode ou não pode? Por sua lógica sim.

O que você chama de bem estar? Psicológico? Físico? Financeiro? Esses mesmos pontos continuam a existir com a criança já nascida. Qual a diferença?

O simples fato de não ver a criança torna mais simples? Nessa linha lógica, lançar uma bomba em uma ilha no meio do nada não tem importância. Ninguém viu, ninguém vai sentir falta.

Quanto a entregar a criança após nascer, é simples mesmo. Se entrega e pronto. Não é preciso se identificar nem se explicar.

São 9 meses, mas depois que nasce é para uma vida toda. Então porque não dar opção de matar assim que nascer? É até menos arriscado clinicamente do que o aborto.

Vai ver é por essa sua lógica que tantas mulheres tem jogam seus filhos na lata do lixo ou em rios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que é uma vida para você? Em que exato momento um embrião passa a ser vida? Com até quantos dias de gestação se pode abortar sem matar a vida?</p>
<p>Estudando, verá que em pouco tempo já se órgãos, cérebro, etc. </p>
<p>Voltando a sua lógica, mesmo passando a ser vida, continuará havendo mulheres querendo abortar pelos mais diversos motivos e poderão alegar a mesma coisa: consequências psicológicas e físicas. E ai, pode ou não pode? Por sua lógica sim.</p>
<p>O que você chama de bem estar? Psicológico? Físico? Financeiro? Esses mesmos pontos continuam a existir com a criança já nascida. Qual a diferença?</p>
<p>O simples fato de não ver a criança torna mais simples? Nessa linha lógica, lançar uma bomba em uma ilha no meio do nada não tem importância. Ninguém viu, ninguém vai sentir falta.</p>
<p>Quanto a entregar a criança após nascer, é simples mesmo. Se entrega e pronto. Não é preciso se identificar nem se explicar.</p>
<p>São 9 meses, mas depois que nasce é para uma vida toda. Então porque não dar opção de matar assim que nascer? É até menos arriscado clinicamente do que o aborto.</p>
<p>Vai ver é por essa sua lógica que tantas mulheres tem jogam seus filhos na lata do lixo ou em rios.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Questão aos religiosos by Adjamir Galvão</title>
		<link>http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/2011/01/questao-aos-religiosos/comment-page-1/#comment-2090</link>
		<dc:creator>Adjamir Galvão</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2011 23:01:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.eduardo.kalinowski.com.br/blog/?p=453#comment-2090</guid>
		<description>Respondi sim, da mesma forma que você respondeu minha pergunta: não há resposta.


Bom, já que não entendeu vou desenhar.

Para um ateu, existe apenas uma vida: esta que vivemos. Logo, no jogo das pílulas, só existe uma resposta possível (azul) uma vez que não existe vida após a morte.

Para um cristão, existe mais de uma vida: esta que vivemos e a após esta vida. Para um cristão ambas são importantes. Ambas para glorificar a Deus e está para ajudar e amor ao próximo.

Voltando a resposta anterior, quando proponho escolher entre a esposa e a filha temos a mesma proposta: escolha entre duas coisa que você ama (deveria ao menos).

É isso que essa pseudo-racionalidade está propondo aos cristãos: escolha o que você mais ama.

Pergunto novamente: Quem você quer que morra. Sua esposa ou sua filha?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Respondi sim, da mesma forma que você respondeu minha pergunta: não há resposta.</p>
<p>Bom, já que não entendeu vou desenhar.</p>
<p>Para um ateu, existe apenas uma vida: esta que vivemos. Logo, no jogo das pílulas, só existe uma resposta possível (azul) uma vez que não existe vida após a morte.</p>
<p>Para um cristão, existe mais de uma vida: esta que vivemos e a após esta vida. Para um cristão ambas são importantes. Ambas para glorificar a Deus e está para ajudar e amor ao próximo.</p>
<p>Voltando a resposta anterior, quando proponho escolher entre a esposa e a filha temos a mesma proposta: escolha entre duas coisa que você ama (deveria ao menos).</p>
<p>É isso que essa pseudo-racionalidade está propondo aos cristãos: escolha o que você mais ama.</p>
<p>Pergunto novamente: Quem você quer que morra. Sua esposa ou sua filha?</p>
]]></content:encoded>
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</channel>
</rss>

